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GASTRONOMIA E
TURISMO EM NOTÍCIA
VLT fará ligação entre
Congonhas e o Metrô São
Judas
21/09/2007
Será construída na
cidade de São Paulo uma
linha de transporte
exclusivo entre a
Estação São Judas do
Metrô e o Aeroporto de
Congonhas. O “bonde
chique”, como já está
sendo chamado pelo
governo do Estado ou se
preferir o termo técnico
- VLT (veículo leve
sobre trilhos).
Serão cerca de 2
quilômetros de trilhos
em uma faixa exclusiva,
em outros trechos o
“bonde” irá dividir
espaço com os veículos
convencionais. Os
trechos exclusivos
servirão para a
reurbanização de alguns
bairros por onde o trem
irá passar.
A construção será
promovida por uma
parceria entre os
governos paulista e
federal e o custo
estimado é de
aproximadamente R$ 100
milhões. O governo de
São Paulo arcará com 60%
dos custos, enquanto a
União proverá 40%.
A parceira já foi
definida e a Empresa
Brasileira de
Infra-estrutura
Aeroportuária (Infraero)
e a Agência Nacional de
Aviação Civil (Anac)
também participarão do
projeto. Nessa obra
também está prevista a
participação da
iniciativa privada, por
intermédio de uma
parceria público-privada
(PPP).
O VLT São
Judas-Congonhas fará a
integração entre a Linha
1 - Azul do Metrô com o
futuro Expresso
Aeroporto. Assim,
futuramente, um
passageiro levará em
torno de 45 minutos para
ir de Cumbica a
Congonhas, de acordo
como o projeto.
A previsão para
conclusão da licitação
do Expresso é abril de
2008, para início
imediato das obras. A
conclusão do projeto
está prevista para 2010.
Esse deve ser o mesmo
prazo para o VLT de
Congonhas, que
inicialmente tem
previsão de valor da
passagem similar ao da
integração do sistema de
transporte
metropolitano: R$ 4,20.
Não há previsão da
demanda. Mas somente o
projeto do Expresso
Aeroporto prevê
inicialmente mais de 20
mil passageiros/dia.
Numa segunda etapa, o
governo estadual
pretende fazer uma
ligação da linha do VLT
com a Linha 5 - Lilás do
Metrô (Capão
Redondo-Largo 13), com
integração e construção
da Estação Campo Belo.
Para o arquiteto e
urbanista Jorge Wilheim,
ex-secretário municipal
de Planejamento da
capital, “é
indispensável que o
aeroporto seja atendido
por transporte rápido de
massa”. “Um veículo leve
de superfície, desde que
fique em um corredor
exclusivo, é uma solução
boa. É preciso ter um
meio para que se chegue
sem automóvel a
Congonhas”, afirmou.
Assessoria de Comunicação
ABRESI - FHORESP - SINHORES
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