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A formação cultural do Nordeste, região
com área de 1.561.177,8km2, gerou a mais diversificada
culinária do Pais. Marcada, no entanto, por singulares
diferenças. São inúmeras as alternativas,
a começar pelos pratos vindos da Africa. Comece
pelos abarás e acarajés, na Bahia. Ante-pastos
aos vatapás e às moquecas de peixe, de ostras,
de camarões, iguanas douradas pelo azeite de dendê.
Há, também, pratos à base de peixes
dos mais vários tipos, servidos em formas várias:
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sopas,
escaldados, cozidos. E casquinhas de caranguejo, frigideiras
de siri mole e cavaquinhas. Não é só
no mar que nascem as delicias. Oferece a cozinha nordestina
pratos exóticos, elaborados com carnes de porco,
de cabrito, de carneiro. E aves. Prazeres que vão
desde as tripas à sergipana até a carne
de sol à Natal, passando pelo xinxim de galinha
e pela galinha dAngola de Teresina.
No
Nordeste, é fundamental também provar a
feijoada à alagoana, o cozido à baiana,
o mocotó e o bobó de inhame, criações
capazes de acalentar os mais exigentes paladares. À
sobremesa, delicie-se com cocadas, sorvetes e refrescos
feitos com frutas típicas, como taperebá,
manga, araçá, caju e pitanga, graviola
e mangaba. Há mais, porém. No Maranhão,
estado que faz parte também da Região Norte,
entregue-se, de corpo e alma, aos camarões, servidos
como melhor lhe convier. Mas não se esqueça
de degustá-los fritos, ao alho e óleo. E
uma pedida fundamental. Que prepara o espírito
para incursões pelo pudim de peixe maranhense,
acompanhado de arroz de cuxá.
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