Mergulhada
em denso caldo de feijão preto, temperado com alho,
folhas de louro e cebola, esconde-se uma fartura de carnes:
carne-seca, paio, chouriço, lingüiças
variadas, costela, costelinha, toucinho defumado. E, também,
partes suculentas de carne bovina, como a alcatra e o
peito, acompanhadas de couve desfiada, farofa e laranja
picadinha. E, para temperar, um pouco de molho de pimenta.
E prato para saciar os paladares mais exigentes. Mas não
é só. No Rio, como em São Paulo,
inúmeros restaurantes oferecem todos os tipos de
cozinha. Opte, contudo, pelos pequenos restaurantes à
beira-mar, localizados a partir do Recreio dos Bandeirantes,
especializados em frutos do mar.
São
Paulo é conhecida como a Capital Gastronômica
Mundial devido aos seus inúmeros restaurantes de comidas
internacionais. Excelentes churrascarias e pizzarias completam
os paladares mais exigentes mas São Paulo conserva especialidades
próprias, com destaque para a galinha d’Angola à paulista,
as empadinhas de Cananéia, o cuscuz paulista e a capivara
à caipira.
Já
no Espírito Santo, Estado vizinho que integra a
Região Sudeste, entregue-se às tortas capixabas,
às moquecas de camarão, de peixe, de siri.
Tudo rigorosamente acompanhado de pirão.
No
Estado de Minas Gerais, que geograficamente integra a
Região Sudeste, é fundamental provar três
delícias: a galinha ao molho pardo, a leitoa pururuca
e o tutu de feijão com torresmo e couve picada.
Minas vai além, muito além. Com o feijão
tropeiro. o frango com quiabo, o arroz-de-suã e
a canjiquinha de milho verde com costela. E nas barrancas
do rio São Francisco, também chamado de
Velho Chico, uma deslumbrante fartura de peixes
de pele. Para, depois, virem os doces. Em calda, cristalizados.
Tudo acompanhado, à caráter, por um bom
bocado de queijo de Minas. Para arrematar, um café
mineiro, coado na hora, em coador de pano.